UM BLOG APOIADO PELO INSTITUTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO

24
Set 09

O PS claro que não comenta...

publicado por Francisco Mota Ferreira às 19:31

Peço desculpa por voltar à personagem, mas o ex-PR é, de facto, um manancial de posts. Pena é que Mário Soares não tenha aparecido mais vezes a falar nesta campanha. É que os delírios de Soares são tão grandes, mas tão grandes, que Soares faz mais pela derrota do PS no domingo que toda a herança do governo socialista junta…

publicado por Francisco Mota Ferreira às 17:26

... repare-se na subtileza daquele que é tido como o pai da democracia:"É o futuro dos portugueses que está em causa [nas eleições]. Se se juntar uma crise política e social à crise mundial que temos, quem fica mal são os mais pobres e desfavorecidos. Se houvesse uma vitória do PSD, que é um partido de direita, havia uma maioria sociológica de esquerda. Se a esquerda não se une para governar une-se, com certeza, para lutar contra a direita, se a direita vier a estar no Governo",

 

Ou seja, mesmo que o PSD ganhe nas urnas, isso não interressa nada, porque haveria uma maioria sociológica de esquerda. E depois os salazaristas somos nós não é?

publicado por Francisco Mota Ferreira às 17:12

... primeiro o PS dizia que nem pensar em coligações, depois assistimos a uma fase de namoro não assumido com o BE. Hoje Soares já vem dizer que o PS admite acordos pontuais com os bloquistas. No dia 28, em caso de vitória socialista, a estabilidade governativa vai servir de desculpa para uma coligação que todos sabem que pode existir, mas que continua a ser negada por ambas as partes.

 

Convém ir lembrando isto, para os eleitores indecisos não acabem por ir ao engano...

publicado por Francisco Mota Ferreira às 17:07

Se querem que vos diga, acho que a maior parte da gente se está nas tintas para o Salazar e o cravo na lapela. Acho até que quem perde é quem adopta a parvoíce.

publicado por Luciano Amaral às 13:38

A Eugénia nota muito bem a mania da superioridade intelectual. Conheço a coisa, mas o que me espanta mais é como isso normalmente se faz de formas que patenteiam a mais espantosa inferioridade intelectual. Isto só é explicável de uma de duas maneiras: ou acreditam que são realmente superiores e que podem lançar a patranhada sobre os restantes (inferiores, claro); ou então são mesmo intelectualmente inferiores.

publicado por Luciano Amaral às 13:30

O Eng. Belmiro de Azevedo deu ontem uma excelente entrevista à Sic-Notícias. Foi igual a si próprio: frontal, independente e controverso.

Motivos haveria sempre para essa entrevista, mas a de ontem teve a razão suplementar de se comemorarem os 50 anos do seu grupo económico.

Criticou todos os programas eleitorais porque pecariam por falta de quantificação das medidas propostas, acusando-os ainda de serem intrinsecamente incoerentes.

Criticou todos os governos, sem excepção, por prometerem e não cumprirem.

Mostrou-se, como sempre, defensor da região Norte, apontou o enfranquecimento desta face à capital. Defendeu a autonomia do aeroporto, falou no TGV entre Lisboa e Porto.

Disse sempre quanto quis, como quis.

Quando lhe perguntaram quem tinha sido o melhor 1º Primeiro-Ministro, parou e afirmou: Francisco Sá Carneiro. Fê-lo sentidamente, com reconhecimento de uma figura ímpar. Podia ter acabado ali. Mas sentiu necessidade de continuar: Francisco Sá Carneiro era um homem culto que sabia ouvir, que ouvia. Um homem que se rodeou de Ministros competentes que sabiam ouvir, que ponderavam, que eram figuras competentes e respeitadas.

Não tive dúvidas de que ele sabia exactamente do que estava a falar.

Talvez ontem mais gente tenha sentido a mesma emoção que eu senti e aos mais novos, que já mal se lembram, lhes tenha despertado a vontade de conhecerem melhor o homem e o político.

publicado por Sofia Rocha às 13:12

Existe no Portugal “bem pensante”, evidentemente todo ele de esquerda porque detentor de uma “superioridade intelectual”, uma fobia: a da mudança.

O chamado progressismo socialista português é terrivelmente conservador, não no sentido original de prudência, respeito pelas tradições, costumes e diálogo intergeracional, mas sim conservador nas suas opções económicas e sociais, comprovadamente falhadas, de melhoria das condições de vida dos Portugueses.

O que os Portugueses decidirão no próximo dia 27 é se querem manter o rumo imposto por sucessivas governações de esquerda: de continuo empobrecimento do país e das famílias; de uma cada vez maior dependência do Estado; da contínua sonegação da liberdade e do espaço da sociedade civil. Este é o conservadorismo da esquerda que, sob a capa de uma agenda progressista de pacotilha em temas onde incautamente embarca, receia a mudança.

Porque sou democrata, porque acredito nas pessoas, porque acredito na livre iniciativa, porque acredito na mobilidade social, estou certa que no Domingo os Portugueses, contra todas as actuais expectativas, quererão mudar. Para isso basta ir votar.

publicado por Eugénia Gambôa às 11:48

A campanha socialista tem sido manchada por uma raiva contra a líder do PSD que deveria envergonhar qualquer democrata. A alusão a Salazar, feita por José Junqueiro, foi o mais recente episódio, mostrando que 35 anos de democracia não foram suficientes para o PSexorcizar o Estado Novo. As constantes referências ao salazarismo e à extrema-direita são um reflexo deste complexo democrático dos dirigentes socialistas, que prosseguem com uma agenda obscurantista contra o PSD, tantas vezes ensaiada no passado.

Uma sociedade democrática assenta em diferenças ideológicas, que nesta campanha manifestaram-se de forma evidente, mas o recurso ao “papão” fascista evidencia as dificuldades com que este PS convive com a diversidade. No domingo os portugueses vão ter a oportunidadede provar que conhecem bem a essência democrática do PSD, e que não se assustam com esta argumentação de baixo nível. Pena é que o PS ainda precise de invocar Salazar em 2009 para tentar vencer eleições. Não há melhores argumentos?

 

publicado por Nuno Gouveia às 11:47

23
Set 09

O Jornal de Negócios de hoje diz que o Executivo de Sócrates foi quem mais legislou nos meses finais de governação. Uma fúria legislativa que ultrapassa Durão e Santana, mas que não consegue suplantar Guterres, responsável pela colocação de tantos quadros socialista no Estado.

A pergunta que fica só pode ser esta: E quanto é que, dessa legislação, diz respeito a renovações de contratos de boys, nomeações à ultima hora, confirmações de cargos para garantir um lugarzinho à espera de melhores dias se as coisas correrem mal?

 

 

publicado por Francisco Mota Ferreira às 12:08

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