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18
Set 09

Já não é nova a tentativa do Partido Socialista de artificialmente transformar a Presidência num “terrível” foco de instabilidade e oposição política. A bem da verdade, a cooperação institucional verificada não foi suficiente para este governo, idealmente o que o executivo e o grupo parlamentar do PS desejava era uma presidência subserviente.

Numa semana em que ficámos a saber que dois terços das notícias dos nossos Media são “encomendas” das agências de comunicação, as notícias que hoje vêm a público sobre possível envolvimento dos serviços de informações na obtenção e deturpação de eventuais mensagens entre a presidência e o jornal “Público”, são no mínimo preocupantes. Reveladoras da opacidade e do clima de suspeição e contra-informação instalado.

Estranhamente, no espaço de mês e meio,  paradoxalmente nos orgãos de informação que se atreviam a fugir ao discurso oficial do governo, são afastadas as vozes incómodas. Uma vez mais, parece que hoje subserviência é a palavra chave para aferir da qualidade e idoneidade de qualquer notícia ou opinião.

Utilizando uma expressão muito popular, e como agora convém ibérica, “ Não acredito em bruxas. Mas que existem. Existem"

publicado por Eugénia Gambôa às 15:24

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