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03
Ago 09

Impedir que cidadãos que já foram acusados de crimes graves se candidatarem a órgãos autárquicos é, mais do que uma questão de credibilidade, uma posição de bom senso. No final de contas, que legitimidade é que poderá ter um partido que pactue com um suposto prevaricador em nome de uma eventual vitória eleitoral?

A lei tem feito o seu caminho, muito devagar diga-se, na Assembleia da República, e embora, no caso do PSD, tenha afastado dois autarcas ditos modelo (Isaltino Morais e Valentim Loureiro), penso que o caminho só pode ser por aqui.

Claro está que não basta apenas ter esse princípio na base. O ideal era mesmo os processos judiciais não se arrastarem impunemente no tempo para que políticos suspeitos não manchassem a sua própria credibilidade e, mais ainda, do partido que representam.

O caminho ainda será longo, mas a ser feito na sua plenitude, acredito que acabará por devolver alguma seriedade à política e aos políticos. A política também se faz de pequenos gestos e atitudes.

publicado por Francisco Mota Ferreira às 16:45

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