UM BLOG APOIADO PELO INSTITUTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO

29
Jul 09

No post anterior, referi alguns sobressaltos ideológicos que ainda existem em Portugal. Sinto, com satisfação, que existe neste PSD uma nova geração que também sente a necessidade de cortar com este tipo de preconceitos, afirmando o PSD no seu espaço politico natural.

Neste período de crise, uma certa esquerda tentou ludibriar as pessoas com a cartilha anti-mercado, anti-capitalista e anti-neoliberal, reavivando uma linguagem que pensávamos enterrada em 1989, e que apenas persistia em certos partidos fossilizados. Mas ainda recentemente tivemos um cabeça de lista do PS a umas eleições europeias a utilizar essa mesma linguagem ultrapassada.

Por toda a Europa o espaço do centro direita tem vindo a ganhar eleições, confirmando a tese que as pessoas não querem uma diminuição da liberdade no mercado. Como bem perceberam os partidos da direita europeia, esta crise é uma também oportunidade para melhorar a economia de mercado, corrigindo defeitos e abusos, mas não para mudar o discurso contra o capitalismo. Nas eleições europeias a esquerda foi completamente varrida na maioria dos países, neste momento temos um Conselho Europeu onde se sentam em esmagadora maioria governantes de partidos do centro direita, e se tivéssemos hoje eleições nos únicos grandes países onde a esquerda governa (Espanha e Inglaterra), esses governos seriam derrotados.

Espero que nas próximas eleições, Portugal confirme também esta tendência europeia, e vire à direita. Por vezes, é bom seguir na corrente dominante...

 

publicado por Nuno Gouveia às 01:33

comentários:
MUDAR DE RUMO NA POLÍTICA EXTERNA E DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS


Mudar de rumo é seguir o apelo do Professor Jorge Braga de Macedo, publicado hoje no Diário Económico. As forças de bloqueio em Portugal são categoricamente os continentalistas eurocêntricos que esses sim, colocam Portugal na periferia da Europa em vez de olhar para Portugal como centro do mundo entre os Oceanos Pacífico e Índico. Portugal é no mundo o 11º país com maior território, assente no meio do Atlântico com uma parcela rectangular no continente europeu. E 90% do comércio mundial é feito através dos mares.

"Portugal deve reforçar papel da CPLP

Num contexto de recessão, Portugal deve reforçar o seu papel dentro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, defende Jorge Braga de Macedo, presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical. Numa conferência integrada numa iniciativa da Agência para a Internacionalização e Comércio Externo de Portugal, apoiada pelo Diário Económico, Braga de Macedo defende que Portugal deve apostar naquilo a que chama de "lusofonia global". Este conceito só pode ser uma realidade se os oito países da CPLP se conhecerem entre si e tiverem posições comuns sobre questões de governação global. "Portugal tem que se posicionar dentro da CPLP e facilitar a coordenação de posições de países muito diversos", conclui."

2009-07-28 10:07
Alexandra Almeida Ferreira, Diário Económico
Jorge Álavares a 29 de Julho de 2009 às 22:02

Socialistas mentem sobre proj. Cidadania da CPLP

O projecto de criação da Cidadania da CPLP remonta, pelo menos a 2002, já do tempo do Governo do PPD/PSD, do Dr. José Manuel Durão Barroso.

(ver aqui http://www.cplp.org/Files/Filer/cplp/cidCirc/Binder1.pdf )
(ver aqui http://www.cplp.org/Default.aspx?q=cidadania+cplp&ID=41&Submit.x=0&Submit.y=6 )
(ver aqui http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1320141 )

É bastante estranho que responsáveis políticos do Partido Socialista menosprezem a intelectualidade e esforço dos que sempre trabalharam governamentalmente neste projecto da Cidadania da CPLP que data de há mais de meia dúzia de anos.
O Partido Socialista está definitivamente desesperado, os seus responsáveis anunciam diariamente novas medidas e projectos esses que afinal já existem, portanto nada de novo e o mais grave é mesmo a propaganda enganosa, insulto à inteligência dos parceiros de Portugal, Estados-membros da CPLP que têm vindo a debruçar-se continuamente sobre este assunto que não há meio de avançar devido a outros compromissos assumidos regionalmente. O responsável socialista que veio a anunciar tamanha mentira, foi o mesmo responsável que quer acabar com a participação das Comunidades Portuguesas nos actos eleitorais, por tradicionalmente não serem favoráveis ao Partido Socialista, isto porque os emigrantes não fizeram a sua vida de subsídios, não são subservientes ao poder e sempre trabalharam a vida toda, com todo o custo e sacrifício, sem nunca se esquecerem da sua Ditosa Pátria Muito Amada, Portugal.

Que a Verdade seja reposta, pela Política de Verdade,
Jorge Álvares a 29 de Julho de 2009 às 23:37

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